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Fiscalização

COVID-19: Cremeb detecta irregularidades na emergência do Hospital Geral de Camaçari


Visando verificar possíveis irregularidades denunciadas por profissionais, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) realizou uma fiscalização na emergência de adulto do Hospital Geral de Camaçari. A visita foi realizada no dia 24 de abril pelo médico fiscal Ricardo Fernandes e pelos conselheiros Evandro Sobrinho e Dejean Amorim Filho.

A equipe atestou que o setor está em reforma há cerca de três meses, funcionando provisoriamente em contêineres, com instalações deficitárias. As salas têm dimensões exíguas e os corredores são estreitos. Além disso, há apenas uma entrada. De acordo com o diretor administrativo do Hospital, João Almeida, a inauguração da emergência será no próximo dia 11.

Entre as irregularidades encontradas no dia da inspeção, estava a falta de sabão líquido e toalhas de papel nos banheiros (pacientes e profissionais), na sala de triagem e nos consultórios médicos. Também não havia uma instalação designada para que os servidores possam se paramentar e desparamentar, com os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A enfermaria reservada para os dois leitos de isolamento, além de não ter porta (o fechamento é improvisado por um biombo plástico que não isola adequadamente o cômodo do corredor), além de ficar a uma certa distância do posto de enfermagem, impedindo que os profissionais tenham uma vigilância mais estreita destes pacientes.

Apesar do Hospital Geral de Camaçari não ser referenciado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para o atendimento com suspeita à COVID-19, o fato de ser uma unidade de demanda espontânea (conhecido como “porta aberta”) faz com que receba pacientes com quadro clínico compatível.

Profissionais – Questionado sobre as escalas de plantão, o coordenador médico da emergência, Augusto Ladeia, informou que havia um déficit de três médicos clínicos para compor a escala de atendimento. Segundo levantamento do Hospital, há cerca de 10 médicos que integram o grupo de risco (mais de 60 anos) atuando na linha de frente, quando a recomendação é que eles sejam deslocados para atividades de retaguarda, visando ampliar a sua proteção.

Embora o Cremeb tenha recebido informações de que o treinamento para os profissionais não estava sendo efetivo (com baixa adesão), o coordenador garantiu que a equipe de emergência tem sido treinada para o atendimento e assistência a pacientes com suspeita de COVID-19. Segundo Dr. Augusto, os cursos acontecem diariamente e contam com lista de presença.

O Departamento de Fiscalização do Cremeb (DEFIC) recomendou aos responsáveis pela gestão do hospital e da emergência a imediata resolução das irregularidades constatadas:

– Disponibilizar sabão líquido e toalhas de papel em todos os sanitários, consultórios e salas de atendimento a pacientes;
– Remanejar ou afastar os profissionais que fazem parte do grupo de risco (com mais de 60 anos ou que possuam doenças associadas ou não a idade) que estejam envolvidos na assistência direta aos pacientes com suspeita de COVID-19, bem como designar as devidas substituições;
– Recompor o déficit de médicos na escala de atendimento;
– Designar um local onde o profissional possa se paramentar e desparamentar com segurança.

 



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