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Fiscalização

COVID-19: Cremeb fiscaliza segurança do atendimento em unidade do Hapvida


Após receber queixas questionando a segurança no atendimento na rede de clínicas Hapvida e a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) para os profissionais de saúde, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) realizou, na última sexta-feira (20), uma visita de fiscalização na HapClínica Rio Vermelho, uma das unidades citadas. Foram flagradas algumas irregularidades relativas às recomendações para o atendimento neste momento de pandemia provocada pelo Coronavírus, denominada COVID-19.

O Cremeb avaliou o fluxo de atendimento, em que se recomenda a identificação imediata de pacientes com suspeita da COVID-19. Os pacientes deveriam ser questionados já na portaria quanto a sintomas respiratórios e febre, até mesmo por um segurança treinado, mas na unidade eram questionados apenas na recepção. Se tivessem sinais de alerta e aceitassem, receberiam máscaras “cirúrgicas”. Apesar desta importante ação, na clínica não havia local específico para receber os pacientes sintomáticos. Ainda que priorizados, os atendimentos eram realizados no mesmo ambiente em que os demais pacientes.

Outra inconformidade apontada foi a não redução de agendamentos e atendimentos por consultas eletivas pela HapClínica. Na véspera, havia mais de mil pacientes agendados. Felizmente compareceram menos da metade, segundo informado pela unidade. Entretanto, a redução no número de consultas foi devida ausência às consultas por parte dos pacientes, e não por orientação da clínica.

“O Cremeb não quer o fechamento de unidades de saúde, mas é preciso que se dê prioridade aos atendimentos urgentes, e que os demais usuários sejam orientados a reagendar aqueles atendimentos que possam ser adiados sem prejuízo ao paciente”, ressalta o vice-presidente do Cremeb e conselheiro Federal, Dr. Julio Braga, que integrou a equipe de fiscalização.

Foi avaliada também a disponibilidade de EPI’s para os profissionais. A equipe de fiscalização constatou que médicos haviam atendido, nos dias anteriores, pacientes com tosse, febre e dispneia, os sintomas principais da COVID-19, e realizado consultas em otorrinolaringologia (a clínica é a uma das unidades de referência da rede para a especialidade) sem óculos de proteção e sem capa. Durante a visita, o Cremeb constatou que não havia máscaras N95, indicadas para atender pacientes suspeitos que emitam aerossóis, como aqueles que não tolerando usar máscara e tossindo ou para examinar a orofaringe. Não havia capas cirúrgicas descartáveis e óculos de proteção que também são indicadas em algumas situações.

“Essa ação visa garantir que os médicos trabalhem com segurança, já que, além da saúde pessoal deles, correm risco de contaminar futuros pacientes. Defende também a sociedade, ao não impedir a manutenção do atendimento, mas ao cobrar medidas que adequem as rotinas dos serviços, para minimizar a proliferação do vírus”, explica o vice-presidente do Cremeb. O Hapvida divulgou em nota em seu portal na internet que suspenderia as consultas eletivas marcadas para a partir do dia 21. Estas consultas serão reagendadas após contato dos pacientes.



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